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28 mai

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Ipam é representado no Curso de Redes Sociais

No curso de Redes Sociais que aconteceu no auditório do Instituto Gamma de Assessoria a Órgãos Públicos – IGAM em Porto Alegre, ministrado pelo jornalista Sergio Lerrer, entre 16 e 18 de maio participaram diversos especialistas de forma remota através de videoconferência à distância. Foi apresentando conteúdo para formar gestores de comunicação, jornalistas, assessores, de forma a se organizarem de maneira mais eficiente – e em sintonia com o interesse público, foi apresentado uma grade de postagens e administração de fan pages.

Segundo Lerrer, “as redes sociais hoje são o local de audiência incontestável, plataforma de cidadania no ativismo social e formação de opinião, nas quais é fundamental a participação ativa e moderna de qualquer poder público.”

Nesta edição do curso, de forma inovadora, participaram através de videoconferência diversos especialistas importantes e que são referência em suas áreas entre eles: Filipi Oliveira – Diretor de Comunicação da Câmara Municipal de Curitiba, Paulo Henrique – Profissional do Laboratório Hacker, Bira Batista Jr – Responsável pela Tv Câmara de Louveira, e Marcos Giovanella – publicitário que reinventou a comunicação digital da Prefeitura de Curitiba, e cujo trabalho virou referência em diversas universidades do mundo.

Os depoimentos e experiências relatadas nestas participações fazem parte de uma case de exemplaridades da comunicação pública que trabalha para se reinventar, achar novos caminhos e ter um diálogo mais contemporâneo com o cidadão e a sociedade.

As transmissões por videoconferência foram um sucesso e mostraram que boas ideias são essenciais para reduzir custos, dinamizar conteúdo e criar intercâmbio, mesmo que à distância. Entende-se hoje que os sites são um depositário de informações, a grande audiência está em torno das redes sociais com um alcance de até 80%, e uma média de 63 a 68% de navegação via celular, sendo a forma mais rápida e eficaz de interação com a comunidade em geral. Entende-se que essa comunicação deve ser educativa e pedagógica, uma produção de conhecimento para aquele que acessa as redes sociais – afirmou Hozana de Jesus Oliveira – Assessora de Comunicação – IPAM

As redes sociais no Poder Público segundo a Constituição Federal deve ser um meio de divulgação de trabalhos que beneficiam a comunidade e não um meio para promoção social, são ferramentas de divulgação instantâneas e não podem ser tratadas como um “Mural de Avisos”, hoje é uma curadoria de notícias. O radar dos órgãos fiscalizadores e que realizam auditoria estão ligados, e o poder público precisa estar atento com suas publicações,  tendo a consciência que não adianta protelar ou oficializar respostas à população que não condizem com a verdade de suas gestões.

A disseminação das notícias ocorre diretamente por qualquer aparelho que tenha rede móvel, chegando mais rápido a qualquer cidadão, e a forma de manipular informações antes imposta à população, só funcionava quando era Modo Offline, isso ficou no passado. Com a tecnologia acessível a qualquer cidadão, o “falar a verdade” será sempre uma forma transparente de governança. Ou seja, ou você “pauta” ou é “pautado” – finalizou Sergio Lerrer

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Fonte: ASCOM – IPAM

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